Atualizações 16/9/09
* Não só em España se esquecem de certas lÃnguas:
Comunidade húngara da Eslováquia manifesta-se contra a nova Lei de LÃnguas
A legislaçom que restringe o uso de lÃnguas minoritárias entrou em vigor na terça-feira
Milhares de pessoas mostram sua rejeiçom à Lei de LÃnguas, que determina que o eslovaco é a única lÃngua permitida em espaços públicos estatais, como hospitais, escolas e escritórios administrativos.
A polémica da Lei de LÃnguas Estatal da Eslováquia entrou finalmente em vigor apesar dos protestos da comunidade húngara e a deterioraçom das relaçons entre Bratislava e Budapeste. Milhares de húngaros na Eslováquia reunÃrom-se ontem no estádio de futebol de Dunaszerdahely, umha cidade de maioria húngara, no sul, enquanto alguns deputados se pronunciárom diante da embaixada eslovaca em Bruxelas.
A lei regulamenta o uso e a presença da lÃngua eslovaca em espaços públicos e instituiçons, e os aspectos mais controversos som as obrigaçons de utilizar apenas o eslovaco nos nomes de hospitais, escolas e escritórios do Estado sob ameaça de 5.000 euros de multa aos gestores que nom obedeçam à lei.
(…)
* A minha Lista de Prémios, Concursos e Bolsas Literários está maior e mais completa.
* Ora aà está mais uma bizarria polÃtica, presenteada pelo PP galego:
A Junta elimina o projecto para empregar rótulos comerciais em galego
O galego é um idioma sobreprotegido na Galiza a olhos do PP, por isso, a Junta deita abaixo o projecto de lei sobre comércio do governo do bipartido, anulando assim a obriga de utilizar a lÃngua galega nos painéis dos estabelecimentos comerciais do paÃs.
A iniciativa do governo anterior, que nom chegou a aprovar-se, apostava pola galeguizaçom dos negócios, passando a ser obrigatória a rotulaçom -no mÃnimo- em galego, sendo possÃvel também a co-rotulaçom noutras lÃnguas.
A Conselharia para a Economia e a Indústria ultima um novo rascunho de lei no que os comerciantes poderám continuar a rotular em castelhano, como vem sendo já tradicional nos últimos 70 anos, mercê a umha castelhanizaçom obrigatória que começou com o apoio das armas.
A decisom do PP foi acolhida e aplaudida com grande alegria polo presidente da Confederaçom galega de Comércio, José Seixas, quem se mostrara crÃtico com o anterior governo perante a suposta «discriminaçom» lingüÃstica que acompanharia o projecto de lei.
(negrito meu)
Também no PGL.



















