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	<title>Nuno Gomes Lopes &#187; Porturaridade</title>
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	<description>desenvolvimento sustentável, socio-linguística e afins</description>
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		<title>Doze de julho de dois mil e dez</title>
		<link>http://www.nunogomeslopes.com/2010/07/12/doze-de-julho-de-dois-mil-e-dez/</link>
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		<pubDate>Sun, 11 Jul 2010 23:35:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Porturaridade]]></category>
		<category><![CDATA[Expresso]]></category>
		<category><![CDATA[Miguel Sousa Tavares]]></category>

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		<description><![CDATA[-BPN: nacionaliza-se; água: privatiza-se.
-BCP: ocupa-se; EDP: entrega-se.
-SCUT: não se paga; RTP: paga-se.
-Estádios de futebol: constroem-se; escolas: fecham-se.
-PT: protege-se, em nome do interesse nacional; Paisagem Protegida: urbaniza-se, em nome do interesse nacional.
-Língua: vende-se aos brasileiros; brasileiros: perseguem-se.
-Espanhóis: parceiros estratégicos no TGV e na TVI; espanhóis: inimigos estratégicos na PT.
-Dinheiro para o país: não há; dinheiro para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">-BPN: nacionaliza-se; água: privatiza-se.</p>
<p align="justify">-BCP: ocupa-se; EDP: entrega-se.</p>
<p align="justify">-SCUT: não se paga; RTP: paga-se.</p>
<p align="justify">-Estádios de futebol: constroem-se; escolas: fecham-se.</p>
<p align="justify">-PT: protege-se, em nome do interesse nacional; Paisagem Protegida: urbaniza-se, em nome do interesse nacional.</p>
<p align="justify">-Língua: vende-se aos brasileiros; brasileiros: perseguem-se.</p>
<p align="justify">-Espanhóis: parceiros estratégicos no TGV e na TVI; espanhóis: inimigos estratégicos na PT.</p>
<p align="justify">-Dinheiro para o país: não há; dinheiro para a Madeira: sobra.</p>
<p align="justify">-7000 milhões para a Vivo: pouco; 7000 milhões para o PIB: imenso, mais 10% de carga fiscal.</p>
<p align="justify">-TAP arruinada: mete-se dinheiro; TAP recuperada: vende-se.</p>
<p align="justify">-Desempregado crónico: subsidia-se; jovem desempregado: exila-se.</p>
<p align="justify">-Empregado efectivo: não se pode despedir; empregado a prazo há mais de 18 meses: despede-se.</p>
<p align="justify">-Marinha mercante e de pesca: liquida-se; submarinos: compram-se.</p>
<p align="justify">-Agricultura: paga-se para fechar; campos de golfe: paga-se para abrir.</p>
<p align="justify">E etc., etc., etc. Por favor, entendam-se, que já vai sendo tempo.</p>
</blockquote>
<p>Miguel Sousa Tavares sabe escrever e articular um texto. Ninguém duvidará disto, parece-me. O seu nível inteletual, por outro lado, parece neste fim de crónica no <a href="http://aeiou.expresso.pt/madrid-nos-mata=f592633">Expresso</a> o de um qualquer participante de uma caixa de comentários. Sem gralhas, mas igualmente sem cérebro.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Atualizações ferroviárias 9/7/10</title>
		<link>http://www.nunogomeslopes.com/2010/07/10/atualizacoes-ferroviarias-9710/</link>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 23:47:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Braga e Cávado]]></category>
		<category><![CDATA[Eletrificação]]></category>
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		<description><![CDATA[* Entre tantas outras perdas justificadas pela crise, o projeto de modernização da Linha do Douro sofreu mais um revés com a anulação do concurso de eletrificação entre Caíde e o Marco de Canaveses, que permitiria o fim do transbordo em Caíde. Já com expropriações feitas e casas demolidas. No Marco fala-se de negócios que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>*</strong> Entre tantas outras perdas justificadas pela crise, o projeto de modernização da Linha do Douro sofreu mais um revés com a <a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&#038;Concelho=Marco+de+Canaveses&#038;Option=Interior&#038;content_id=1611258&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%253A+JN-PAIS+%2528JN+-+Pais%2529">anulação do concurso de eletrificação entre Caíde e o Marco de Canaveses</a>, que permitiria o fim do transbordo em Caíde. Já com expropriações feitas e casas demolidas. No Marco <a href="http://bragaporto40minutos.blogspot.com/2010/06/linha-do-douro-moda-antiga.html">fala-se</a> de negócios que não avançam pelo adiamento da modernização da ferrovia, fala-se de uma empresa que tem 50 camiões a circular todos os dias cujas mercadorias poderiam circular por comboio, fala-se de uma plataforma logística e de um terminal rodoviário que não avançam. Reais ou imaginários, estes investimentos ficam definitivamente no papel sem o investimento público de renovação da linha. </p>
<p align="justify">O que não avança mesmo, mas mesmo mesmo mesmo, é a prometida &#8216;modernização&#8217; / reabertura das linhas de via estreita do Douro (Tâmega, Corgo e Tua) e da linha entre a Pampilhosa da Serra e a Figueira da Foz. A única obra que realmente avançou foi a retirada de carris nas Linhas do Tâmega e do <a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Vila+Real&#038;Concelho=Vila+Real&#038;Option=Interior&#038;content_id=1546155&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%253A+JN-PAIS+%2528JN+-+Pais%2529">Corgo</a>. Irónica decisão esta, de se fechar uma linha para renovação e a única obra que avança é a retirada de carris. Irónica. Entre a Covilhã e a Guarda também a linha fechou, em 2009. Estima-se a reabertura para 2012, mas aparentemente os trabalhos acontecem &#8220;espaçados&#8221;.</p>
<p align="justify">A única real novidade poderá ser a <a href="http://jornal.publico.pt/noticia/08-07-2010/linha-do-douro-ganha-camelos-mas-perde-electrificacao-19780850.htm">introdução de comboios</a> alugados à <a href="http://www.google.com/search?sourceid=chrome&#038;ie=UTF-8&#038;q=renfe">Renfe</a>. À falta de melhor, resta-nos o ar condicionado.</p>
<p align="justify"><strong>*</strong> Mais concretamente no Tua, os amigos da MCLT noticiam a vontade de um grupo de personalidades em classificar &#8220;<a href="http://www.linhadotua.net/3w/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=561">a Linha Ferroviária do Tua como Património de Interesse Nacional</a>&#8220;, e a <a href="http://www.linhadotua.net/3w/index.php?option=com_content&#038;task=view&#038;id=576&#038;Itemid=37">vontade</a> do Bloco de Esquerda em travar a barragem do Tua, salvaguardando assim a manutenção da via férrea. O ministro das Obras Públicas (e etc.), António Mendonça, numa manobra inédita de malabarismo, <a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%25EF%25BF%25BDa&#038;Concelho=Bragan%25EF%25BF%25BDa&#038;Option=Interior&#038;content_id=1587422&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%253A+JN-PAIS+%2528JN+-+Pais%2529">faltou</a> à reunião marcada por ele próprio no Parlamento, a pedido do PEV, fazendo-se representar por figuras menores do ministério e do partido. Acabou a vergonha, parece-me.</p>
<p align="justify"> A EDP segue o mesmo caminho de, impunemente, fugir às suas responsabilidades. Que no caso da Linha do Tua a obrigavam a repor a circulação <strong>ferroviária</strong> após a conclusão da barragem. Como a barragem destruiria o troço inicial da linha, a alternativa seria sempre a de construir uma linha nova (16 kms), em túnel ou não. O preço estimado, entre 130 e os 140 milhões de euros, é segundo a EDP &#8220;<a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Bragan%25EF%25BF%25BDa&#038;Concelho=Mirandela&#038;Option=Interior&#038;content_id=1534395&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%253A+JN-PAIS+%2528JN+-+Pais%2529">muito desproporcionado face aos benefícios expectáveis</a>&#8220;. De repente, a EDP passou de empresa responsável pela construção de uma barragem a &#8216;interpretadora&#8217; de cadernos de encargos. Onde se lia &#8216;obrigação&#8217;, a EDP leu &#8216;possibilidade&#8217;. Espero que os tribunais ajam em conformidade.</p>
<p align="justify">Para rematar o teatro de horrores, falam de autocarros e barcos para substituir o comboio. Eu sugeriria também zepelins e motos-quatro.</p>
<p align="justify"><strong>*</strong>O plano de investimentos da Refer para 2010, que começou por ser considerado um dos mais avultados dos últimos anos, <a href="http://jornal.publico.pt/noticia/08-07-2010/refer-trava-a-fundo-e-reduz-investimento--de-800-para-apenas-200-milhoes-de-euros-19782041.htm">acabou por passar dos 800 milhões previstos para 200 milhões</a>. Para além das obras já em curso (entre Bombel e Évora, e as variantes de Alcácer do Sal e da Trofa), pouco mais será feito, e grandes projetos como a renovação da Linha do Douro até à Régua (já referido anteriormente), da Linha de Cascais e do Oeste, ficam adiados.</p>
<p align="justify"><strong>*</strong> Descubro via <a href="http://anossaterrinha.blogspot.com/2010/07/tempos-dificeis-para-ferrovia-nacional.html">A Nossa Terrinha</a> a intenção gorada da Refer em reconstruir um troço desativado entre Setil e Rio Maior, e a construção de um troço novo entre esta e as Caldas da Rainha, conseguindo assim uma ligação entre a Linha do Norte e a Linha do Oeste. Esta não é certamente uma obra prioritária. Se bem que é importante ligar as Linhas do Norte e do Oeste com corredores este-oeste, mais importante ainda é a renovação da referida  Linha do Oeste. Essa sim é a obra importante para a região, e é nessa que deve centrar-se a energia reivindicativa.</p>
<p align="justify"><strong>*</strong> António Alves, com inusitada sageza, demonstra <a href="http://www.porto.taf.net/dp/node/7045">tintim-por-tintim</a> o que devemos exigir ao Governo caso as SCUT do Norte sejam realmente portajadas:</p>
<blockquote><p align="justify">1: Renovação e electrificação da Linha do Minho até Viana; numa segunda fase até Valença já que não vai haver nova linha de ligação à Galiza;
</p>
<p align="justify">2: Quadruplicação imediata da via entre Ermesinde e Contumil;
</p>
<p align="justify">3: Recuperação efectiva da Linha de Leixões para o tráfego de passageiros de modo a ser possível efectuar comboios de Campanhã a Leixões; construção de interfaces desta via com o Metro do Porto (de Leixões a Campanhã existem 6 pontos de contacto entre os dois sistemas); início do processo para projecto que prolongue esta via até Leça da Palmeira e a ligue ao Aeroporto;
</p>
<p align="justify">4: Renovação imediata do troço da Linha do Norte entre Ovar e Vila Nova de Gaia, aquele que apesar de ser um dos de maior intensidade de tráfego se encontra em condições de exploração e segurança verdadeiramente terceiro-mundistas;
</p>
<p align="justify">5: Renovação da Linha do Vouga e sua integração no sistema da CP Porto;
</p>
<p align="justify">6: Renovação da Linha do Douro até Barca D&#8217;Alva e reactivação da ligação a Vila Real; a electrificação até à Régua deve avançar imediatamente;
</p>
<p align="justify">7: Renovação imediata da encerrada Linha do Tâmega e sua integração no sistema da CP Porto;
</p>
<p align="justify">8: Desnivelamento das passagens para peões nas estações da Linha de Metro Senhora da Hora &#8211; Póvoa para ser possível aumentar a velocidade de passagem das composições sem paragem (Expressos) e consequentemente diminuir o tempo de percurso;
</p>
<p align="justify">9: Prolongar a Linha Trindade-Póvoa até Esposende e transformá-la definitivamente num sistema tram-train suburbano; recuperar a antiga ligação Póvoa-Famalicão que faz parte deste sistema;
</p>
<p align="justify">10:Construir uma ligação ferroviária entre Barcelos, Braga e Guimarães;
</p>
<p align="justify">11: Renovação e reabertura imediata da Linha do Tua.</p>
</blockquote>
<p>Eu não o escreveria melhor.</p>
<p align="justify"><strong>*</strong> Se a <a href="http://www.publico.pt/Local/viana-do-castelo-vai-ser-o-primeiro-municipio-do-pais-sem-passagens-de-nivel_1443441">notícia</a> é boa (eliminação da totalidade das passagens de nível no concelho de Viana do Castelo), a formulação é atroz: </p>
<blockquote><p align="justify">Viana do Castelo vai ser o primeiro município do país sem passagens de nível</p>
</blockquote>
<p align="justify">Assim, de repente, vou enunciar três concelhos no país sem passagens de nível: Melgaço, Bragança, Castro Daire.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>O mundo é um processo mental 15</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 10:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[O Mundo é um processo mental]]></category>
		<category><![CDATA[Política à Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Porturaridade]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanismo de Ponta]]></category>
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		<category><![CDATA[construção ilegal]]></category>
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		<category><![CDATA[Maria das Dores Meira]]></category>
		<category><![CDATA[Presidente da Câmara de Setúbal]]></category>

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		<description><![CDATA[Presidente da Câmara de Setúbal,  Maria das Dores Meira, diz que deve tratar-se de &#8220;um equívoco do Ministério do Ambiente&#8221;, porque a habitação clandestina &#8220;ajuda a preservar&#8221; a serra.

No JN.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">Presidente da Câmara de Setúbal,  Maria das Dores Meira, diz que deve tratar-se de &#8220;um equívoco do Ministério do Ambiente&#8221;, porque a habitação clandestina &#8220;ajuda a preservar&#8221; a serra.</p>
</blockquote>
<p>No <a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Set%25EF%25BF%25BDbal&#038;Concelho=Set%25EF%25BF%25BDbal&#038;Option=Interior&#038;content_id=1612506&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%253A+JN-PAIS+%2528JN+-+Pais%2529">JN</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Dois de julho de dois mil e dez</title>
		<link>http://www.nunogomeslopes.com/2010/07/02/dois-de-julho-de-dois-mil-e-dez/</link>
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		<pubDate>Fri, 02 Jul 2010 14:51:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Política à Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Porturaridade]]></category>
		<category><![CDATA[alberto joão jardim]]></category>
		<category><![CDATA[entidade reguladora da comunicação social]]></category>
		<category><![CDATA[jornal da madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[A ERC instou o executivo madeirense, notificado para se pronunciar no prazo de 10 dias, a adoptar no imediato as providências &#8220;necessárias e adequadas à supressão dos efeitos nefastos&#8221; que a actuação da Empresa Jornal da Madeira tem produzido no subsector da imprensa diária da região. Exige, nomeadamente, a &#8220;observância de práticas não discriminatórias na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">A ERC instou o executivo madeirense, notificado para se pronunciar no prazo de 10 dias, a adoptar no imediato as providências &#8220;necessárias e adequadas à supressão dos efeitos nefastos&#8221; que a actuação da Empresa Jornal da Madeira tem produzido no subsector da imprensa diária da região. Exige, nomeadamente, a &#8220;observância de práticas não discriminatórias na distribuição&#8221;, pelos diferentes órgãos de comunicação social, do investimento publicitário oriundo da região, medidas essas que &#8220;se deverão pautar por critérios de equidade, de proporção e de transparência, em defesa do pluralismo político, económico e outros&#8221;.</p>
<p align="justify">A entidade reguladora notifica também o Governo de Jardim a sujeitar aos princípios da transparência e proporcionalidade as suas intervenções na gestão do JM, enquanto sócio maioritário com 99,98% do capital da empresa criada pela diocese, que, à custa de suprimentos e aumentos de capital pelo Governo, ficou reduzida a restante ínfima parcela. </p>
</blockquote>
<blockquote><p align="justify">O Diário do Notícias funchalense tem contestado a &#8220;concorrência desleal&#8221; do JM, que recebeu 42 milhões do Governo Regional na última década e é distribuído gratuitamente. Luís Calisto, ao demitir-se de director daquele diário, em Maio, acusou Jardim de &#8220;fazer bullying com a imprensa&#8221; e de tentar afastá-lo do cargo. Lamentou também a complacência dos titulares de órgãos de soberania face aos &#8220;criminosos atentados contra a liberdade de imprensa na região&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>No <a href="http://www.publico.pt/Media/pluralidade-da-imprensa-na-madeira-em-risco-diz-erc_1444924">Público</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Na Polis, grosso modo</title>
		<link>http://www.nunogomeslopes.com/2010/06/12/na-polis-grosso-modo-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 23:53:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Bicicletas]]></category>
		<category><![CDATA[Porturaridade]]></category>
		<category><![CDATA[Vício Automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[insegurança]]></category>
		<category><![CDATA[mobilidade sustentável]]></category>
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		<category><![CDATA[peão]]></category>
		<category><![CDATA[portugal]]></category>
		<category><![CDATA[transporte público]]></category>

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		<description><![CDATA[Passei os olhos pelas wikis sobre democracia e não encontrei o que me interessava. Queria uma definição da “salvaguarda da diferença” na sociedade, mas a minha paciência não chegou para tanto. Isto porque defendo uma sociedade em que a diferença seja protegida (o que é ligeiramente diferente da ideia de alguns conservadores que acham que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Passei os olhos pelas wikis sobre democracia e não encontrei o que me interessava. Queria uma definição da “salvaguarda da diferença” na sociedade, mas a minha paciência não chegou para tanto. Isto porque defendo uma sociedade em que a diferença seja protegida (o que é ligeiramente diferente da ideia de alguns conservadores que acham que esta sociedade estimula grupos com comportamentos “divergentes”, como homossexuais ou artistas). A partir do momento que assumimos que diferentes somos todos, e “normal” é apenas a parte dos nossos comportamentos mais partilhada por todos, percebe-se que a sociedade que salvaguarda a diferença protege-nos afinal a todos.</p>
<p align="justify">Tanta introdução para tão pequena estória. Descia eu a Sacra Família pelo habitual sentido proibido quando um mui respeitável condutor acelerou à vista de uma família que atravessava a rua. Visão não de todo invulgar, concordo. São as ruas de Portugal. A família correu e tudo acabou em bem. Ao ver-me a mim, amedrontadamente encostado aos carros à minha esquerda, com as mãos emocionalmente aferradas ao volante da Gazelle e a revolta à solta, decidiu tentar mais uma “simulação de atropelamento”, método tão usual em prisões geridas por estado-unidenses. É certo que não me atropelou (simulou corretamente o atropelamento), mas manteve-me indignado por largas semanas.</p>
<p align="justify">Já te disse que andar de bicicleta é perigoso, repetiu o meu previdente pai. Sei bem que é perigoso. Afinal, respirar é perigoso. Se não o fizermos com método e afinco, morremos. E a frase do meu pai, apesar de recorrente, sobreviveu. Ora, vivemos (sobrevivemos) numa sociedade movida a automóvel, qual gasóleo não combustível. As alternativas praticáveis (pé, bicicleta, transporte público) medram à sombra do carro, até que algum dia possam assumir-se como maioritárias e hegemónicas, como nunca deveriam ter deixado de ser. Os problemas que estes modos de mobilidade enfrentam são os usuais: passeios estreitos para os peões (não é que concorde com a ideia de “passeio”, mas não é para já essa crónica), falta de lugar na via pública para a bicicleta, falta de investimento e de planeamento estratégico nos transportes públicos. Estes são, grosso modo, os obstáculos que cada um destes meios de locomoção tem de enfrentar. É claro que a loucura não tem lugar neste inventário. </p>
<p align="justify">Especificamente na ciclo-mobilidade, há uma vintena de fatores que desmobilizam qualquer utilizador de bicicletas a fazê-lo no dia-a-dia, como a pavimentação não adequada, falta de preparação dos condutores de automóveis, falta de adequação do desenho urbano às bicicletas, etc. A loucura dos condutores, não.</p>
<p align="justify">Isto é como dizer que não se pode praticar natação porque o nosso treinador pode querer afogar-nos intencionalmente. As ruas são nossas, são a nossa polis. Tomemo-las.</p>
<p><em>publicado há uns meses no <a href="http://agal-gz.org/blogues/index.php/gomes/2009/07/21/na-polis-grosso-modo">blogue de antigamente</a></em></p>
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		<title>Atualizações regionalizadas 6/6/10</title>
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		<pubDate>Sun, 06 Jun 2010 22:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Centralismo]]></category>
		<category><![CDATA[Galiza]]></category>
		<category><![CDATA[Noroeste]]></category>
		<category><![CDATA[Regionalização]]></category>
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		<category><![CDATA[Cinemateca do Porto]]></category>
		<category><![CDATA[Conselho Regional do Norte]]></category>
		<category><![CDATA[elvira vieira]]></category>
		<category><![CDATA[Maria João Seixas]]></category>
		<category><![CDATA[partido do norte]]></category>

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		<description><![CDATA[* Em fevereiro Maria João Seixas, recém-empossada diretora da Cinemateca Portuguesa, visitava o Porto e a Casa das Artes, com vista à criação da Casa do Cinema do Porto, um nome do agrado da então embevecida diretora. Quatro meses depois a prioridade esmoreceu. Nem Casa do Cinema nem Cinemateca. É fácil perceber como Lisboa se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>*</strong> Em fevereiro Maria João Seixas, recém-empossada diretora da Cinemateca Portuguesa, visitava <a href="http://www.publico.pt/Local/polo-da-cinemateca-devera-vir-a-chamarse-casa-do-cinema-do-porto-diz-a-directora_1422840">o Porto e a Casa das Artes</a>, com vista à criação da <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Cultura/Interior.aspx?content_id=1522643">Casa do Cinema do Porto</a>, um nome do agrado da então embevecida diretora. Quatro meses depois a prioridade <a href="http://www.nunogomeslopes.com/2010/05/30/trinta-de-maio-de-dois-mil-e-dez/">esmoreceu</a>. Nem Casa do Cinema nem Cinemateca. É fácil perceber como Lisboa se torna tão insuportavelmente longe do Porto quando passa a altura das promessas.</p>
<p align="justify"><strong>*</strong> As pressões para a criação das Regiões Administrativas em Portugal (promessa constitucional nunca cumprida) surgem como cogumelos. Um dos pontos de pressão é o <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1216338">Conselho Regional do Norte</a>, &#8220;composto pelos 86 presidentes de Câmara da Região do Norte e perto de duas dezenas de organizações sociais, económicas, ambientais e científicas da região&#8221;. Pedem desenvolvimento, que para eles é sinónimo de regionalização. Para mim também. </p>
<p align="justify">Outro dos pontos de pressão é o futuro <a href="http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1582864">Partido do Norte</a>, ainda &#8216;<a href="http://pelonorte.blogspot.com/">Movimento Pró-Partido do Norte</a>&#8216; pela impossibilidade legal de criar partidos regionais. Estive na reunião fundadora e, admito, estou bastante entusiasmado.</p>
<p align="justify">Por Lisboa <a href="http://www.publico.pt/Local/secretario-de-estado-diz-que-regionalizacao-aguarda-apenas-que-psd-se-defina_1416987">vão surgindo luzes</a> sobre a concretização da regionalização. Imagino que serão cada vez menos à medida que se aproxime o fim da legislatura, a data limite imposta por José Sócrates. Assusta-me um pouco isto:</p>
<blockquote><p>os municípios deverão desempenhar um papel semelhante ao de hoje, nas áreas do planeamento e ordenamento do respectivo território</p></blockquote>
<p align="justify"><strong>*</strong> <a href="http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=23278">Tomou posse</a> a primeira diretora do Agrupamento Europeu de Cooperação Territorial (Região do Norte e Galiza), Elvira Vieira. A instituição a que agora preside permitirá gerir fundos europeus, promovendo projetos comuns entre as regiões irmãs.</p>
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		<title>Quatro de junho de dois mil e dez</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Jun 2010 18:32:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Porturaridade]]></category>
		<category><![CDATA[domingos névoa]]></category>
		<category><![CDATA[Ricardo Araújo Pereira]]></category>
		<category><![CDATA[visão]]></category>

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		<description><![CDATA[Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa. O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">Que Portugal é um país livre de corrupção sabe toda a gente que tenha lido a notícia da absolvição de Domingos Névoa. O tribunal deu como provado que o arguido tinha oferecido 200 mil euros para que um titular de cargo político lhe fizesse um favor, mas absolveu-o por considerar que o político não tinha os poderes necessários para responder ao pedido. Ou seja, foi oferecido um suborno, mas a um destinatário inadequado. E, para o tribunal, quem tenta corromper a pessoa errada não é corrupto &#8211; é só parvo. A sentença, infelizmente, não esclarece se o raciocínio é válido para outros crimes: se, por exemplo, quem tenta assassinar a pessoa errada não é assassino, mas apenas incompetente; ou se quem tenta assaltar o banco errado não é ladrão, mas sim distraído.</p>
</blockquote>
<p>RAP, na <a href="http://aeiou.visao.pt/ricardo-araujo-pereira=s23462">Visão</a>.</p>
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		<title>Treze de maio de dois mil e dez</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 14:01:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Política à Portuguesa]]></category>
		<category><![CDATA[Porturaridade]]></category>
		<category><![CDATA[alberto joão jardim]]></category>
		<category><![CDATA[demissão]]></category>
		<category><![CDATA[diário de notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Luís Calisto]]></category>
		<category><![CDATA[Madeira]]></category>

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		<description><![CDATA[O jornalista Luís Calisto demitiu-se de director do Diário de Notícias (DN) da Madeira. A decisão é &#8220;emergente do regime de excepção criado à comunicação social madeirense&#8221; pelo presidente do governo regional, Alberto João Jardim, explica hoje em editorial em que lamenta a complacência dos órgãos de soberania face à &#8220;estranha democracia&#8221; na Madeira e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">O jornalista Luís Calisto demitiu-se de director do Diário de Notícias (DN) da Madeira. A decisão é &#8220;emergente do regime de excepção criado à comunicação social madeirense&#8221; pelo presidente do governo regional, Alberto João Jardim, explica hoje em editorial em que lamenta a complacência dos órgãos de soberania face à &#8220;estranha democracia&#8221; na Madeira e aos &#8220;criminosos atentados contra a liberdade de imprensa na região de que têm conhecimento&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>No <a href="http://www.publico.pt/Local/director-do-dn-da-madeira-demitese-por-pressoes-de-jardim_1437040">Público</a>.</p>
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		<title>Onze de maio de dois mil e dez</title>
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		<pubDate>Tue, 11 May 2010 17:36:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Centralismo]]></category>
		<category><![CDATA[Citação do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Entre-Minho-e-Vouga]]></category>
		<category><![CDATA[Regionalização]]></category>
		<category><![CDATA[Aeroporto Sá Carneiro]]></category>
		<category><![CDATA[novo aeroporto de lisboa]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Menezes Simões]]></category>

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		<description><![CDATA[Receitas do Sá Carneiro vão pagar aeroporto de Lisboa &#8211; O decreto-lei que dá a concessão dos aeroportos nacionais à ANA estabelece que 1,5% das receitas de todos os aeroportos, incluindo o Sá Carneiro, serão utilizadas para financiar o Novo Aeroporto de Lisboa. Adicionalmente, o decreto-lei não estabelece como obrigação da concessionária o cumprimento do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">Receitas do Sá Carneiro vão pagar aeroporto de Lisboa &#8211; O decreto-lei que dá a concessão dos aeroportos nacionais à ANA estabelece que 1,5% das receitas de todos os aeroportos, incluindo o Sá Carneiro, serão utilizadas para financiar o Novo Aeroporto de Lisboa. Adicionalmente, o decreto-lei não estabelece como obrigação da concessionária o cumprimento do Plano de Expansão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro nem o menciona, podendo este ser rejeitado pela concessionária.</p>
</blockquote>
<p><a href="http://www.porto.taf.net/dp/node/6912">Pedro Menezes Simões</a></p>
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		<title>Dez de maio de dois mil e dez</title>
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		<pubDate>Mon, 10 May 2010 00:34:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Nuno Gomes Lopes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Citação do dia]]></category>
		<category><![CDATA[Vício Automóvel]]></category>
		<category><![CDATA[Vila Nova de Gaia]]></category>

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		<description><![CDATA[A construção da A41, da A32 e da A43, que ficarão prontas no decorrer do próximo ano, vão custar 900 milhões de euros. Só 400 milhões serão investidos em Gaia. O vice-presidente da Câmara diz que as obras &#8220;vão revolucionar as acessibilidades do concelho&#8221;.

Em Gaia, aparentemente, faltavam auto-estradas. No JN.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p align="justify">A construção da A41, da A32 e da A43, que ficarão prontas no decorrer do próximo ano, vão custar 900 milhões de euros. Só 400 milhões serão investidos em Gaia. O vice-presidente da Câmara diz que as obras &#8220;vão revolucionar as acessibilidades do concelho&#8221;.</p>
</blockquote>
<p>Em Gaia, aparentemente, faltavam auto-estradas. No <a href="http://jn.sapo.pt/paginainicial/pais/concelho.aspx?Distrito=Porto&#038;Concelho=Vila+Nova+de+Gaia&#038;Option=Interior&#038;content_id=1565623&#038;utm_source=feedburner&#038;utm_medium=feed&#038;utm_campaign=Feed%253A+JN-PAIS+%2528JN+-+Pais%2529">JN</a>.</p>
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