Onze de maio de dois mil e dez
Receitas do Sá Carneiro vão pagar aeroporto de Lisboa – O decreto-lei que dá a concessão dos aeroportos nacionais à ANA estabelece que 1,5% das receitas de todos os aeroportos, incluindo o Sá Carneiro, serão utilizadas para financiar o Novo Aeroporto de Lisboa. Adicionalmente, o decreto-lei não estabelece como obrigação da concessionária o cumprimento do Plano de Expansão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro nem o menciona, podendo este ser rejeitado pela concessionária.











o que se assiste na Catalunya é um puro fanatismo.
Como dizia um professor catedrático da Universidade de Barcelona acerca da nova lei em que os professores SÓ PODEM falar em Catalão nas universidades. ” (…)se temos uma vaga para um professor universitário e entre os candidatos temos um prémio nobel, que não sabe catalão mas fala espanhol e por outro lado temos um bolseiro que é nativo da Catalunya fala catalão, quem fica com o lugar é o bolseiro!
E é o que acontece aqui…quando se escreve num livro de História, utilizado nas escolas, que Catalunya “es un pais que hace fronteira con Espanha, con Francia…acho que é muito grave!!!
E se for um Nobel que fala catalão e português e não fala castelhano? Em Portugal um professor tem de saber português. Não vejo grande diferença em relação a este caso. E hoje já não há fronteiras. Com tantos alunos portugueses a estudar nas universidades galegas, as mentalidades começam a mudar.
Acho que ainda estamos em Espanha e não num país chamado Catalunya.
A questão aqui, é quererem abolir o castellano. Escandalosamente todas as crianças são obrigadas a estudar em Catalão, não se pode optar pelo castellano.
A disciplina de castellano tem menos horas lectivas que o Ingês…
Vive-se uma ditadura linguística na Catalunya.
Franco censurou o catalão durante a ditadura e agora são os catalães a censurar o castellano, uma guerra que não tem sentido…Viva ao bilinguismo!
Cara Maria:
o bilinguismo é uma forma encapotada de permitir o avanço do castelhano, que é e continuará a ser o mais forte. Os países com várias línguas onde existe uma real preocupação com a sobrevivência das línguas (Suíça, Suomi, Bélgica. p.e.), as comunidades são monolingues no uso social. No caso belga, na Flandres usa-se o neerlandês, na Valónia o francês. Só a capital, uma área muito pequena, é bilingue no uso social. Na Espanha devia suceder o mesmo. O castelhano é a língua romance com mais falantes a nível mundial, e não está em risco nem no Estado espanhol nem no resto do mundo. Muito pelo contrário.
Não vejo os catalães a exigirem que se fale catalão em Madrid. Mas vejo os de Madrid a exigirem que se fale castelhano na capital catalã. Imagina como seria a situação do português, a língua que certamente estima, se não tivéssemos a nossa tão merecida independência face a España? Seria uma língua menorizada em termos sociais, com perda de falantes, etc. Como acontece em grande número em Euscadi, Galiza e comunidades catalanófonas, e já aconteceu em Aragão, Astúrias, Leão, etc.
Há que perceber que o catalão é uma língua, assim como o eusquera, o português da Galiza, o asturiano, etc. E o castelhano. Direitos iguais, já agora?