Classificação da Linha do Tua como Património de Interesse Nacional

By Nuno Gomes Lopes, 28 de Julho de 2010 19:02

Vimos convidar os senhores e senhoras jornalistas para participar numa Conferência de Imprensa, na próxima sexta-feira, dia 30/07, pelas 11.15h, no Café Majestic, no Porto, na qual será apresentada a resposta favorável dada ao Requerimento e o teor do Despacho relativo ao pedido de abertura do processo de classificação da Linha Ferroviária do Tua como Património de Interesse Nacional.
Este requerimento foi entregue no IGESPAR, no passado dia 26 de Março, por um conjunto de cidadãos que tem vindo a lutar pela classificação da Linha do Tua, assim como personalidades do meio cultural, artístico, académico, científico, ambientalista, político e sindical e é sustentado na Lei de Bases do Património Cultural (Lei nº107/2001 de 8 de Setembro).

Os subscritores deste documento consideram que a Linha do Tua merece a classificação como Património de Interesse Nacional, não só pelo papel histórico que desempenhou e pela obra-prima de engenharia portuguesa que constitui, mas também, e ainda, como exemplar único do património ferroviário e industrial do nosso país. Os requerentes consideram ainda que este património tem elevado potencial para o desenvolvimento turístico para a região e que tem que ser preservado e valorizado.

(via)

Vinte e oito de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 28 de Julho de 2010 1:52

Mas haja esperança: é bom sinal, por exemplo, que já estejam a desaparecer as bandas e cantores que cantavam em inglês. Nunca percebi se era o sonho de gravar o tal disco em Londres que lhes proporcionasse a fama mundial, se, como é mais provável, a incapacidade de escrever em português duas linhas que fizessem sentido.

Paulo Varela Gomes, no Público.

Título do Ano 95

By Nuno Gomes Lopes, 27 de Julho de 2010 15:48

Poluição no Douro muda sexo dos peixes

No JN.

Vinte e sete de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 27 de Julho de 2010 15:47

Depois foi só preparar o alinhamento: Scriabin, Robert Schumann, Peter Feuchtwanger, Prokofiev e Debussy. Está bom de ver, pouco ou nada familiares a quem ainda fala mirandês no seu quotidiano.

Na edição em papel já não saiu assim, mas na versão em rede mentém-se.

Título do Ano 94

By Nuno Gomes Lopes, 20 de Julho de 2010 14:40

Caçador furtivo confundiu irmão com javali e abateu-o

Relembrado pelo Miguel Barbot. No Público.

Título do Ano 93

By Nuno Gomes Lopes, 19 de Julho de 2010 1:12

S.Torcato com vuvuzelas para não perder pároco para Fafe

No JN.

Dezasseis de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 16 de Julho de 2010 15:09

A ideia é defendida pelo autarca de Mirandela, no seguimento das palavras do Ministro das Obras Públicas que, na Assembleia da República, disse que a manutenção da linha tem um custo de 150 milhões por ano e, por isso, valia mais comprar um carro a cada utilizador da linha.

Silvano diz que o Ministro anda confuso com os números, e não acerta naquilo que diz.

“Desde que entrou para ministro ainda não acertou uma. Disse que a segurança da linha custaria 150 milhões de euros, isto é, fazer uma praticamente nova, e não o funcionamento da linha como ele disse, que estava a enganar os deputados. O funcionamento da linha custa à CP 250 mil euros por ano. O que custaria 150 milhões era a consolidação e manutenção da linha para que tivesse segurança no futuro.

Daqui. As declarações do Ministro e do Secretário de Estado aqui.

Título do Ano 92

By Nuno Gomes Lopes, 16 de Julho de 2010 12:17

Mãe atirou-se do 1.º andar com a filha e inventou

Descoberto pelo Miguel Barbot. No JN.

Título do Ano 91

By Nuno Gomes Lopes, 15 de Julho de 2010 0:11

Homem invadiu Igreja do Reino de Deus em Faro com empilhadora

No JN.

Título do Ano 90

By Nuno Gomes Lopes, 12 de Julho de 2010 12:07

Passeio ao Gerês fatal na Afurada

No JN.

Doze de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 12 de Julho de 2010 0:35

-BPN: nacionaliza-se; água: privatiza-se.

-BCP: ocupa-se; EDP: entrega-se.

-SCUT: não se paga; RTP: paga-se.

-Estádios de futebol: constroem-se; escolas: fecham-se.

-PT: protege-se, em nome do interesse nacional; Paisagem Protegida: urbaniza-se, em nome do interesse nacional.

-Língua: vende-se aos brasileiros; brasileiros: perseguem-se.

-Espanhóis: parceiros estratégicos no TGV e na TVI; espanhóis: inimigos estratégicos na PT.

-Dinheiro para o país: não há; dinheiro para a Madeira: sobra.

-7000 milhões para a Vivo: pouco; 7000 milhões para o PIB: imenso, mais 10% de carga fiscal.

-TAP arruinada: mete-se dinheiro; TAP recuperada: vende-se.

-Desempregado crónico: subsidia-se; jovem desempregado: exila-se.

-Empregado efectivo: não se pode despedir; empregado a prazo há mais de 18 meses: despede-se.

-Marinha mercante e de pesca: liquida-se; submarinos: compram-se.

-Agricultura: paga-se para fechar; campos de golfe: paga-se para abrir.

E etc., etc., etc. Por favor, entendam-se, que já vai sendo tempo.

Miguel Sousa Tavares sabe escrever e articular um texto. Ninguém duvidará disto, parece-me. O seu nível inteletual, por outro lado, parece neste fim de crónica no Expresso o de um qualquer participante de uma caixa de comentários. Sem gralhas, mas igualmente sem cérebro.

Título do Ano 89

By Nuno Gomes Lopes, 11 de Julho de 2010 19:02

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Morto num rasto de sangue por identificar

No JN.

Onze de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 11 de Julho de 2010 16:59

O ministro das Obras Públicas afirmou ontem que ainda não estão tomadas decisões finais quanto ao futuro da linha ferroviária do Tua devido ao custo de qualquer intervenção. António Mendonça disse à Comissão Parlamentar das Obras Públicas que o custo de passageiro/ano da Linha do Tua atinge os 29 mil euros. “Quase mais vale dar um carro a cada um”, comentou.

Curioso conceito, o de promover durante décadas a degradação do serviço de uma linha ferroviária, diminuir ao mínimo a sua manutenção ao ponto de terem existido acidentes mortais, e depois anunciar que não se mantém a linha porque esta não serve ninguém. António Mendonça, em declarações à Comissão Parlamentar das Obras Públicas. No Público.

Atualizações ferroviárias 9/7/10

By Nuno Gomes Lopes, 10 de Julho de 2010 0:47

* Entre tantas outras perdas justificadas pela crise, o projeto de modernização da Linha do Douro sofreu mais um revés com a anulação do concurso de eletrificação entre Caíde e o Marco de Canaveses, que permitiria o fim do transbordo em Caíde. Já com expropriações feitas e casas demolidas. No Marco fala-se de negócios que não avançam pelo adiamento da modernização da ferrovia, fala-se de uma empresa que tem 50 camiões a circular todos os dias cujas mercadorias poderiam circular por comboio, fala-se de uma plataforma logística e de um terminal rodoviário que não avançam. Reais ou imaginários, estes investimentos ficam definitivamente no papel sem o investimento público de renovação da linha.

O que não avança mesmo, mas mesmo mesmo mesmo, é a prometida ‘modernização’ / reabertura das linhas de via estreita do Douro (Tâmega, Corgo e Tua) e da linha entre a Pampilhosa da Serra e a Figueira da Foz. A única obra que realmente avançou foi a retirada de carris nas Linhas do Tâmega e do Corgo. Irónica decisão esta, de se fechar uma linha para renovação e a única obra que avança é a retirada de carris. Irónica. Entre a Covilhã e a Guarda também a linha fechou, em 2009. Estima-se a reabertura para 2012, mas aparentemente os trabalhos acontecem “espaçados”.

A única real novidade poderá ser a introdução de comboios alugados à Renfe. À falta de melhor, resta-nos o ar condicionado.

* Mais concretamente no Tua, os amigos da MCLT noticiam a vontade de um grupo de personalidades em classificar “a Linha Ferroviária do Tua como Património de Interesse Nacional“, e a vontade do Bloco de Esquerda em travar a barragem do Tua, salvaguardando assim a manutenção da via férrea. O ministro das Obras Públicas (e etc.), António Mendonça, numa manobra inédita de malabarismo, faltou à reunião marcada por ele próprio no Parlamento, a pedido do PEV, fazendo-se representar por figuras menores do ministério e do partido. Acabou a vergonha, parece-me.

A EDP segue o mesmo caminho de, impunemente, fugir às suas responsabilidades. Que no caso da Linha do Tua a obrigavam a repor a circulação ferroviária após a conclusão da barragem. Como a barragem destruiria o troço inicial da linha, a alternativa seria sempre a de construir uma linha nova (16 kms), em túnel ou não. O preço estimado, entre 130 e os 140 milhões de euros, é segundo a EDP “muito desproporcionado face aos benefícios expectáveis“. De repente, a EDP passou de empresa responsável pela construção de uma barragem a ‘interpretadora’ de cadernos de encargos. Onde se lia ‘obrigação’, a EDP leu ‘possibilidade’. Espero que os tribunais ajam em conformidade.

Para rematar o teatro de horrores, falam de autocarros e barcos para substituir o comboio. Eu sugeriria também zepelins e motos-quatro.

*O plano de investimentos da Refer para 2010, que começou por ser considerado um dos mais avultados dos últimos anos, acabou por passar dos 800 milhões previstos para 200 milhões. Para além das obras já em curso (entre Bombel e Évora, e as variantes de Alcácer do Sal e da Trofa), pouco mais será feito, e grandes projetos como a renovação da Linha do Douro até à Régua (já referido anteriormente), da Linha de Cascais e do Oeste, ficam adiados.

* Descubro via A Nossa Terrinha a intenção gorada da Refer em reconstruir um troço desativado entre Setil e Rio Maior, e a construção de um troço novo entre esta e as Caldas da Rainha, conseguindo assim uma ligação entre a Linha do Norte e a Linha do Oeste. Esta não é certamente uma obra prioritária. Se bem que é importante ligar as Linhas do Norte e do Oeste com corredores este-oeste, mais importante ainda é a renovação da referida Linha do Oeste. Essa sim é a obra importante para a região, e é nessa que deve centrar-se a energia reivindicativa.

* António Alves, com inusitada sageza, demonstra tintim-por-tintim o que devemos exigir ao Governo caso as SCUT do Norte sejam realmente portajadas:

1: Renovação e electrificação da Linha do Minho até Viana; numa segunda fase até Valença já que não vai haver nova linha de ligação à Galiza;

2: Quadruplicação imediata da via entre Ermesinde e Contumil;

3: Recuperação efectiva da Linha de Leixões para o tráfego de passageiros de modo a ser possível efectuar comboios de Campanhã a Leixões; construção de interfaces desta via com o Metro do Porto (de Leixões a Campanhã existem 6 pontos de contacto entre os dois sistemas); início do processo para projecto que prolongue esta via até Leça da Palmeira e a ligue ao Aeroporto;

4: Renovação imediata do troço da Linha do Norte entre Ovar e Vila Nova de Gaia, aquele que apesar de ser um dos de maior intensidade de tráfego se encontra em condições de exploração e segurança verdadeiramente terceiro-mundistas;

5: Renovação da Linha do Vouga e sua integração no sistema da CP Porto;

6: Renovação da Linha do Douro até Barca D’Alva e reactivação da ligação a Vila Real; a electrificação até à Régua deve avançar imediatamente;

7: Renovação imediata da encerrada Linha do Tâmega e sua integração no sistema da CP Porto;

8: Desnivelamento das passagens para peões nas estações da Linha de Metro Senhora da Hora – Póvoa para ser possível aumentar a velocidade de passagem das composições sem paragem (Expressos) e consequentemente diminuir o tempo de percurso;

9: Prolongar a Linha Trindade-Póvoa até Esposende e transformá-la definitivamente num sistema tram-train suburbano; recuperar a antiga ligação Póvoa-Famalicão que faz parte deste sistema;

10:Construir uma ligação ferroviária entre Barcelos, Braga e Guimarães;

11: Renovação e reabertura imediata da Linha do Tua.

Eu não o escreveria melhor.

* Se a notícia é boa (eliminação da totalidade das passagens de nível no concelho de Viana do Castelo), a formulação é atroz:

Viana do Castelo vai ser o primeiro município do país sem passagens de nível

Assim, de repente, vou enunciar três concelhos no país sem passagens de nível: Melgaço, Bragança, Castro Daire.

O mundo é um processo mental 15

By Nuno Gomes Lopes, 7 de Julho de 2010 11:38

Presidente da Câmara de Setúbal, Maria das Dores Meira, diz que deve tratar-se de “um equívoco do Ministério do Ambiente”, porque a habitação clandestina “ajuda a preservar” a serra.

No JN.

Seis de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 6 de Julho de 2010 12:06

A REFER comunicou às empresas participantes no concurso para a electrificação da linha do Douro, entre Caíde e Marco de Canaveses, que o processo foi cancelado. A garantia foi transmitida ao JN, ao final da tarde de ontem, pelo presidente da Câmara do Marco.

“Sinto-me indignado e revoltado em nome da população, não só do Marco mas também da região, pela forma que mais uma vez o Governo nos está a tratar”, disse Manuel Moreira. “É uma decisão muito grave para esta terra”, acrescentou.

Lido no JN.

Título do Ano 88

By Nuno Gomes Lopes, 6 de Julho de 2010 11:57

Calor salvou tia de Nuno Gomes

No JN.

Cinco de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 5 de Julho de 2010 16:34

Afinal Braga é a terceira ou quarta cidade do País, e merece o mesmo que outras cidades da mesma dimensão, como Coimbra por exemplo, que é uma cidade muito mais bem servida de ferrovia. Braga é uma cidade onde acaba a linha que vem do Porto, sem continuidade nem alternativa. É a dependencia [sic] total do Porto, como se o Norte fosse só o Porto.

O mesmo se pode dizer de Guimarães.

Daqui.

Dois de julho de dois mil e dez

By Nuno Gomes Lopes, 2 de Julho de 2010 15:51

A ERC instou o executivo madeirense, notificado para se pronunciar no prazo de 10 dias, a adoptar no imediato as providências “necessárias e adequadas à supressão dos efeitos nefastos” que a actuação da Empresa Jornal da Madeira tem produzido no subsector da imprensa diária da região. Exige, nomeadamente, a “observância de práticas não discriminatórias na distribuição”, pelos diferentes órgãos de comunicação social, do investimento publicitário oriundo da região, medidas essas que “se deverão pautar por critérios de equidade, de proporção e de transparência, em defesa do pluralismo político, económico e outros”.

A entidade reguladora notifica também o Governo de Jardim a sujeitar aos princípios da transparência e proporcionalidade as suas intervenções na gestão do JM, enquanto sócio maioritário com 99,98% do capital da empresa criada pela diocese, que, à custa de suprimentos e aumentos de capital pelo Governo, ficou reduzida a restante ínfima parcela.

O Diário do Notícias funchalense tem contestado a “concorrência desleal” do JM, que recebeu 42 milhões do Governo Regional na última década e é distribuído gratuitamente. Luís Calisto, ao demitir-se de director daquele diário, em Maio, acusou Jardim de “fazer bullying com a imprensa” e de tentar afastá-lo do cargo. Lamentou também a complacência dos titulares de órgãos de soberania face aos “criminosos atentados contra a liberdade de imprensa na região”.

No Público.

Título do Ano 87

By Nuno Gomes Lopes, 30 de Junho de 2010 15:20

Já tinha funeral pronto mas afinal está viva

No JN.

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